António Pinto Ribeiro:
Com formação em Filosofia e doutoramento em Estudos de Cultura, a sua atividade profissional reparte-se entre a programação cultural e a investigação. Iniciou o seu trabalho ensaístico na área das “Artes do Corpo” na Escola Superior de Dança, a que se seguiu as funções de assistente de programação no ACARTE. Foi crítico de dança no Expresso, colaborador do Fórum Dança e foi, desde a sua fundação, o diretor artístico da Culturgest (1993-2004) e diretor de programas na Fundação Calouste Gulbenkian (2004-2015) dos quais destaca o Programa Gulbenkian Próximo Futuro dedicado às artes e às culturas do sul global. Curador responsável por várias exposições internacionais foi também o comissário-geral de “Lisboa Capital Ibero-Americana da Cultura 2017”. Atualmente é investigador do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, integrando a equipa do projeto ERC “MEMOIRS – Filhos de Império e Pós-Memórias Europeias” e é programador internacional. Tem dezenas de artigos publicados e dezasseis livros, entre os quais destaca: A dança da idade do cinema, Dança temporariamente contemporânea, História da dança em Portugal (c/ José Sasportes), Corpo a Corpo, possibilidades e limites da crítica. A sua última publicação tem por título Peut-on Décolonizer les musées? (2019).